Tudo sobre rodas...

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...Apesar de percepcionarmos o espaço que nos rodeia e as prováveis consequências do seu envolvimento, tendemos, por diversas razões (muitas delas misteriosas), a resistir-lhe, como se de uma redoma necessitássemos de construir à nossa volta para nos protegermos das agressões vindas do exterior.
Felizmente, há alturas, em que quando solicitados, sentimo-nos encorajados em quebrar essa mesma redoma e com audácia explorar o mundo novo. - É tempo de deixar o que está para trás e "fazermo-nos à estrada". O mundo exterior passa a revelar-se cada vez mais sedutor à medida que o conciencializámos. É entretanto nessa altura que resolvemos que caminhos percorrer, quais as direcções a tomar.
Quando em vez, adaptámos mecanismos de orientação porque nos sentimos algo perdidos, confusos perante tanta informação diante dos nossos olhos.
Reorientados, tomamos então opções! É quando queremos deixar a nossa marca porque descobrimos terreno fértil para investir. Invadimos o espaço encontrado e plantámos a nossa árvore, ali, junto das outras, para um dia mais tarde colher frutos.
Entretanto, ao longo da viagem, encontrámos um outro que também navega à procura do seu rumo. Estabelecem-se pontos de contacto. Construímos uma ponte de ligação, maior parte das vezes frágil porque tendemos a desconfiar. Contudo, permitimos a que esse outro nos venha visitar, porque lá no fundo queremos sempre partilhar.
E lá vamos nós por aí, "com a casa às costas" de lugar em lugar, contactando este e aquele, descobrindo isto e aquilo, e onde claro, tudo pode acontecer, e acontece mesmo!
A viagem continua e sentimo-nos bem, porque não estamos só...
Tudo sobre rodas, como diria o meu novo amigo.

Porto, 15 de Dezembro de 2005

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/ Quebra da Redoma /


/ Auto-Orientação /


/ Bem vindo /


/ Convite para um chá /


/ Convite para um chá /


/ Contador de histórias /

Estarrecidos, esbugalhados e afins... (2002/03/04)

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Existe algures no espaço um ponto
Um ponto que concentra todos os olhares
Um ponto que cruza os olhares entre os que estão do lado de lá e os que estão do lado de cá
Um ponto que é momento de inversão
Os do lado de cá passam para o lado de lá, os do lado de lá passam para o lado de cá
Os do lado de lá passam de observadores para observados, os do lado de cá passam de observadores para observados



Intencionalmente, o projecto estarrecidos, esbugalhados e afins procura reflectir em que circunstâncias espaciais e emocionais o observador se deve relacionar com um determinado grupo de figuras que o convida a aproximar. É na produção de figuras específicas, total ou parcialmente modeladas em barro, que se tenta conjecturar sobre como determinados objectos, supostamente alvos de observação, oferecem uma experiência perceptiva magnetizante a quem os vê, quando, a determinado momento, estas se convertem em observadores. Por isso, todo o trabalho evolui em torno da possibilidade de, para quem o experimenta, participar no momento em que toma consciência que está a ser observado.
A produção das figuras concentra-se na ideia do pequeno formato, não só como imagem detonadora de uma nova escala como, e principalmente, portadora de novos significados no triângulo que constrói em conjunto com o espaço que esta ocupa e o suposto observador que ela convida a participar. Esta desejável relação produtora de intimidade, acelerada à medida que o tamanho das figuras diminuem em relação ao corpo do observador, obriga a reavaliar a orientação espacial deste, promovendo a sua participação numa cena que reconsidera os propósitos de uma ideia de escultura que continua a debater-se entre as imediações do grande e do pequeno, do público e do privado.
Na caracterização das pequenas figuras, o rosto, pelo seu grau de expressividade, torna-se na região privilegiada, o que implica o estabelecimento de um reportório de signos à medida que as figuras se vão revelando. Os olhos ultrapassam a mera descrição anatómica para se assumirem, na expressividade do modo de olhar, como elementos cruciais na comunicação com o observador. Tal preocupação faz com que o tamanho e profundidade das pupilas sejam exaltados. De olhar profundo, as figuras observam, questionam e denunciam quem se intercepta com elas. Os movimentos dos seus corpos correspondem a uma determinada reacção. As posições dos seus corpos, calmas ou expansivas, pressupõem uma atitude. O movimento das partes, particularmente da cabeça, mãos e/ou braços, fazem suspeitar um gesto condicionado, uma reacção. Os sentimentos são ilustrados por movimentos da cabeça: a surpresa do encontro com o observador envia-a para trás; a obstinação mantém-na direita; a curiosidade inclina-a para a frente.
A comunicação entre as duas partes é inaugurada quando, por sua vez, o observador que, desesperadamente deambula à procura de significados, descobre, em determinado momento, um ponto virtual suspenso no ar: o ponto onde os olhares das figuras se cruza com o olhar deste. No momento em que o contacto se estabelece as figuras conquistam o seu verdadeiro significado: elas observam-nos a observá-las! São observadas por aqueles que elas observam.
Em suma, este projecto procura provocar um encontro íntimo e mudo a quem o experimenta. Desejavelmente poderá despertar um estranho desassossego ou arrepio, um embaraço, uma inquietação ou incómodo. Não é senão um jogo entre dois universos que se cruzam e se confundem; um encontro entre duas entidades que se vêem e se fazem ver.

Porto, Março de 2003

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Projecto Pascalito... (2001/02/03)

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O Pascalito é um menino que gosta de sonhar
que gosta de relacionar coisas,
que gosta dos pormenores, da miniatura...
que faz da miniatura a coisa maior do mundo.
O Pascalito brinca ao faz de conta,
gosta de contar histórias.
O Pascalito é a personagem principal das histórias.
O Pascalito é uma criança.
O Pascalito, como qualquer criança, gosta de brincar,
está sempre a brincar.
Gosta de brincar aos bonecos, aos Legos, aos carrinhos, às casinhas...
O Pascalito também gosta de brincar às flores,
aos montes,
às nuvens,
às cores e às luzes.
O Pascalito gosta de brincar às brincadeiras,
gosta de fazer de conta.
No seu castelo colorido, o Pascalito gosta de brincar a atravessar portas,
a espreitar pelas janelas,
a subir e descer escadas.
o Pascalito também gosta de brincar às escondidas nos armários,
a abrir e fechar caixas e gavetas,
a acender e apagar luzes e outras coisas mais...
Com o seu carro maravilha, o Pascalito gosta de brincar às aventuras,
às viagens,
às descobertas,
às surpresas,
aos encontros...
...lá onde tudo está no lugar,
onde nada falta mas também não é preciso muito,
lá onde as coisas são simples,
onde tudo anda a seu tempo.
Lá onde se compreende o tempo,
onde se dança com as flores,
se pensa com as árvores
e se adormece com o mar...

Porto, 15 de Dezembro de 2003

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/ projecto para uma vida simples (2003) /







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/ a visita da menina do regador (2002) /





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/ a sucata do Pascalito (2001) /




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Pascalito nasceu por volta da uma e meia da manhã, do dia 15 de Dezembro do ano de 1971 na maternidade de ST. Maurice, nos arredores de Paris. Aos 5 anos teve o seu primeiro acidente de trânsito. Na sua primeira bicicleta, prenda do pai natal, atropelou Mousieur Gerberon à porta do nº 75 de la Rue Jeanne D´Arc, sua primeira morada. Fez um golpe na cabeça.
Foi ainda em terras francesas que, um ano mais tarde, convenceu seus pais a investirem numa caixa colorida de nome “Lego” que sorria na montra de uma loja a caminho da escola. A partir daí deixou de chuchar no polegar e não mais parou em aplicar-se à construção Legolística.
Por volta dos 8 anos fez tanto sucesso com os seus desenhos e construções que o seu padrinho de baptismo lhe disse – “Quando fores grande vais ser Artista!”. Foi então que não mais fez senão dedicar-se à actividade plástica. Participou em várias reuniões de família, tornando-se especialista em retrato e em engenharia do Lego. Esteve e ainda está representado no acervo da galeria da família Ferreira.
Aos 9 anos emigra para Portugal. Seus pais regressam à terra natal depois de 16 anos de economias e tempos difíceis em terras longínquas.
Já com 10 anos participa em conjunto com o agregado familiar, na escolha do papel de parede para o seu novo quarto na nova casa em Delães que seus pais entretanto construíram junto a uns grandes carvalhos. Era um papel de parede azul, de padrão às flores. Sua irmã escolheu o mesmo com tons de rosa.
Frequentou a partir de 1982 a cerâmica artística e centro cultural de S. Pedro de bairro, V.N. de Famalicão, dedicando-se ao miniaturismo. Ao longo de 10 anos, reuniu um vastíssimo conjunto de obras de arte que ainda fazem hoje parte do espólio daquela instituição.
Paralelamente à arte da miniatura continuou, ao longo destes anos, a dedicar-se à construção de estruturas em Lego, que lhe serviram de fortificações para as batalhas travadas entre os soldados de plástico e de garagens para os carrinhos da Majorette e Matchbox.
Em 1991 ingressou na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Foram tempos histéricos por entre visitas a museus e noitadas nos bares da cidade. Aprendeu pouco, mas ainda fez alguns amigos. Trabalhou muito, mas não guarda grandes recordações. Contudo, alimentou sempre o forte desejo de se tornar no maior escultor do mundo.
Desde 1998 que se dedica ao ensino da escultura como professor assistente na instituição que lhe deu título de “Artista Plástico”. Fez grandes amizades com alguns dos seus alunos e mantém fortes convicções que a arte não se ensina nem se aprende, apenas partilha-se. Entretanto, descobre que qualquer manifestação artística não é senão um veículo de comunicação de uma determinada poética, fruto de uma forma de ver as coisas, consequência de uma particular mundividência.
Frequenta assiduamente, desde 1999, a feira da Vandôma e outro lugares análogos, tendo já reunido um enorme conjunto de matéria-prima para suas obras.
Foi condecorado pela ordem dos amigos do LEGO com o título de melhor construtor do ano 2002, com os projectos pascalito, o menino que era dono de uma sucata e a Visita da menina do regador ao castelo do pascalito.
Presentemente, continua em processo de auto consciencialização. Brinca com Legos e modela personagens em barro. Tem vindo a especular sobre o instante em que papéis atribuídos se invertem entre o observador e o objecto observado. Continua a tentar gerir as emoções alheias, arquitectando ambientes favoráveis à reflexão colectiva.

Porto, 15 de Dezembro de 2002

Biografia / Curriculum Vitae


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Nasceu no ano de 1971 em Paris. Vive e trabalha na cidade do Porto.
1982/1989: frequentou nos tempos livres a Cerâmica Artística de S. Pedro de Bairro, V.N. de Famalicão, actual Fundação Castro Alves.
1996: licenciado em Artes Plásticas – Escultura, pela Escola Superior de Belas Artes do Porto.
1998/2009: Professor Assistente do departamento de Escultura, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
2007/2011: Direcção e Produção Criativa da NIXFUSTE Recursos Criativos.
Trabalha com regularidade para exposições colectivas e individuais desde 2001 e é representado, desde 2006, pela Galeria de Arte VPF CREAM ART de Lisboa.
Em 2014 criou a OFICINA AMARELO16.
Actualmente desenvolve trabalho artístico nas áreas da Instalação, Escultura, Desenho e Ilustração.

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Exposições Individuais
2017
• "Montagne de Puy", Residence - Home Alone Galerie, Clermont Ferrand, France.
2016
• "CORDILHEIRA", Lugar do Desenho, Fundação Júlio Resende, Gondomar.
• "as nuvens também ficam onde as montanhas querem", Ó Galeria, Porto.
• "a ilha das quantas pontes", Galeria PATCH, Porto.
• "ICEBERG", Galeria Rua do Sol 172, Porto.
2015
• "Apresentação do Livro "A Emoção Zero", escrito por José Pedro Sousa, exposição das ilustrações originais, MISS´OPO, Porto.
2014
• "Ele disse: não gosto de paisagens!", Quase Galeria, em parceria com Daniel Caballero, comissariado Maria de Fátima Lambert, Espaço t, Porto.
• "Sim! O mar fica onde as montanhas querem!", Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
2013
• "estórias soltas da montanha", Objectos Misturados, Viana do Castelo.
• "também mudam de lugar porque o mar fica onde as montanhas querem", Cinema Passos Manuel, Porto.
• "POR ORA...", Galeria SPUT&NIK the WINDOW, Porto.
• "Une idée de Nouveau Monde"- Performance, evento LAISSEZ_FAIRE 2ª Edição, Porto.
• "A História do Homem Montanha e a Menina dos Lápis de Cor", Galeria dos Leões, Reitoria da Universidade do Porto.
2012
• "...de um conto infantil que comecei a escrever, estes são os três primeiros momentos de aproximação do Homem Montanha à aldeia onde vive a Menina dos Lápis de Cera...", Galeria EXTERIL, Porto.
2011
• “ATALHO”, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
2010
• “Aos Desenhos tantos... ”, Espaço GESTO, Porto.
• “Desenhos leva-os o Vento...”, Galeria EXTERIL, Porto.
2009
• “VICE-VERSA”, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
2008
• “Puisque tu veux partager mon chemin, Moi je dit oui pour le tien”, Galeria EXTERIL, Porto.
2007
• “BELIEVE! There´s always a better place...”, Galeria MCO Arte Contemporânea, Porto.
2006
• “Quem vai ao ar perde o lugar...”, Projecto “Show Cage”, Papelaria PAPÉLIA, Porto.
• “TUDO SOBRE RODAS...”, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
2003
• Projecto “Estarrecidos, Esbugalhados e afins...”: contacto nº 2, Galeria EXTERIL, Porto.
2002
• “Como é bom cagar no campo: férias no Alentejo” e “S. Pascalino”, Galeria EXTERIL, Porto.

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Exposições Colectivas
2017
• "Palácio", Bienal ENCONTRARTE AMARES, 5ª edição, Encontro de Artes Plásticas e cinema de animação, Amares.
• "Último Fôlego", Fórum International GAIA TODO UM MUNDO, Gaia.
• "Medeira", DESENCAMINHARTE, Festival de Arte Pública do Alto Minho, Sistelo, Arcos de Valdevez.
• "A Mulher de Negro" Porto Cruz, 15 Ilustradores Nacionais, Gran Cruz Porto, V. N. de Gaia.
2016
• "do Jardim das Virtudes", Exposição Pódio - Residência Artística APNEIA#2, Maus Hábitos, Porto.
• "S/Título", Exposição Sprint - Residência Artística APNEIA#2, Cooperativa Árvore, Porto.
2015
• "Da Falha", instalação na pedreira, Bienal ENCONTRARTE AMARES, 4ª edição, Encontro de Artes Plásticas e cinema de animação, Amares.
• "VIAGEM", Casa da Cerca, Almada.
• "Pilhar para Empilhar para Paisagem de Montanha", instalação efémera 24h, Dia Pirata, Projecto Expedição, Maus Hábitos, Porto.
2014
• "instalação s/título", Guimarães NOC NOC, 4ª edição, Guimarães.
• "Sobre o Vento em alto mar confirma-se, também desenha Montanhas!"WALK & TALK, Festival de Arte Pública; 4ª edição, S. Miguel, Açores.
• "Exposição Magna dos sócios do Praça da Alegria F. C., comemorações do 40º aniversário, salão nobre da junta de freguesia do Bonfim, Porto.
• "Teoria da Pintura - uma colecção quase objecto, ou mais", AISCA, Viana do Castelo.
2013
• "56,7", Galeria Má Arte, Aveiro.
• "Laissez-moi-faire en rose", evento LAISSEZ_FAIRE 2ª Edição, Porto.
2012
• "Tornado ::: Digital Zero Artshow", Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Póvoa de Varzim. Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Póvoa de Varzim.
• "Pois! Pode ser que seja do tempo...", "CHEIA", Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Póvoa de Varzim.
2011
• “PuÉ PuÉ” (Performance), Evento “15 minutos de FAMA” 4ª edição, Galeria EXTERIL, Porto.
• "Colectiva", VPF CREAM ART, Lisboa.
• “Catavento”, Espaço GESTO, Porto.
• “Troca-se por Arte #2 ”, Casa de Eros, Porto.
2010
• “A Arte é a melhor forma de perceber o mundo...”, BES – Arte e Finança, Lisboa.
• “Materias”, VPF CREAM ART, Lisboa.
2009
• “10 anos Exteril”, ESPAÇO ILIMITADO – núcleo de difusão cultural, Porto.
• “Opções & Futuros” Obras da colecção da Fundação PLMJ, MUSEU da CIDADE, Lisboa.
2008
• Festival I.M.A.N.08 (intermédia, multimédia, acção e nada), UN-CONTROLLED, CASA das ARTES, Vila Nova de Famalicão.
• Arte Lisboa 2008, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
• “317 graus por amor...” , - Laboratório Afectos -, Quinta das Lágrimas, Galeria SETE, Coimbra.
• Projecto “...à terceira é de vez! – série 1”, A LOJA do LOPES, Objectos de artista, a propósito do objecto trouvé, Marcel Duchamp e companhia, YRON, Lisboa.
• Opções & Futuros #3 - Obras da Colecção da Fundação PMLJ, ARTE CONTEMPO, Lisboa.
2007
• “Donnes-moi la main, on sort pour regarder le soleil”, Evento “15 minutos de FAMA” 2ª edição, Galeria EXTERIL, Porto.
• Arte Lisboa 2007, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
• “Tenho a certeza que da maior parte das vezes fico para sempre perto de ti...”, - possible - , CAPC, Coimbra.
• “Oscilações do Pensamento – Estágios I, II, III e IV”, Projecto Quem vai ao ar perde o lugar..., LISBOA, LUANDA, MAPUTO, CORDOARIA NACIONAL, Lisboa.
2006
• Arte Lisboa 2006, Galeria VPF CREAM ART, Lisboa.
• “Repasto” e “Colonização – tentativa nº1”, I BIENAL de Arte Contemporânea de AVEIRO.
2005
• Projecto “Estarrecidos, Esbugalhados e afins...”: contacto nº5 – “Fostes tu?!”, Evento “15 minutos de FAMA” 1ª edição, Galeria EXTERIL, Porto.
• Projecto “Estarrecidos, Esbugalhados e afins...”: contacto nº3 e nº4, Projecto ”Olhar pró boneco”, Espaço MAUS HÁBITOS, Porto.
2003
• Projecto “Pascalito” – história nº3: “projecto para uma Vida Simples”, Espaço MAUS HÁBITOS, Porto.
• Projecto “Estarrecidos, Esbugalhados e afins...”: contacto nº1 – “O apalermado”, Projecto “Mais Hábitos”, CASA das ARTES, Porto.
2002
• Projecto “Estarrecidos, Esbugalhados e afins...”: contacto nº0 – “Macaquinhos do Sótão”, Espaço MAUS HÁBITOS, Porto.
2001
• Projecto “Pascalito” – história nº2: “esta é mais uma história, a história da Menina do Regador”, Projecto “In.Bloc”, Espaço MAUS HÁBITOS, Porto.
• “Se fores realmente amigo, não mexes no botão!..., uma história que fala de um menino que vai salvar...”, Projecto “Fictional Buzzing”, Espaço ARTMOSFERAS, Porto.
• Projecto “Pascalito” – história nº1: “esta é uma história, uma história do Pascalito que era dono de uma Sucata”, Espaço MAUS HÁBITOS, Porto.

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Outros
2015
• Concepção e ilustração do Livro "A Emoção Zero" escrito por José Pedro Sousa.
• 1º Prémio,  Concurso Internacional de Desenho, ENCONTRARTE AMARES 2015, 4ª edição.
2014
• Concepção e orientação pedagógica da acção "A montanha é das crianças", MIEC (Museu Internacional de Escultura Contemporânea), Sto. Tirso.
• Concepção e produção do troféu PORTO/POST/DOC, Festival Internacional de Documentário do Porto, 1ª edição.
• Ilustração da capa do Livro "PEARL" de Tiago Casanova.
• "s/título", desenho sobre parede (interior), Armazém do Chá, Porto.
2012
• "A Casa da Àrvore", mural exterior, Rua Duque de Saldanha, Porto.
2011
• "Casario", desenho sobre parede (interior), Portosigns (produtos turísticos e culturais), Porto.
2010
• "Mezzamontanha", desenho sobre parede (interior), Mezanine Store, Porto.
2006
• Menção honrosa, I BIENAL de Arte Contemporânea de AVEIRO.


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